Devido à densidade populacional, a verticalização urbana tem ganhado cada vez mais as paisagens de grandes cidades. Dados do IBGE apontam que no Brasil, entre os anos de 2000 e 2010, houve um aumento de 43% no número de apartamentos.

As estatísticas só mostram a necessidade que as pessoas têm de viver mais próximo às regiões desenvolvidas, principalmente por conta de trabalho e estudo. Mas, afinal, a verticalização é um ponto positivo para a população? Confira a seguir.

Verticalização

O início da verticalização

Há alguns anos, prédios eram imóveis que se destacavam na geografia da cidade, além de serem sinônimos de desenvolvimento. Atualmente, os edifícios disputam espaço em uma imagem aérea de metrópoles e seus bairros.

Contudo, ao contrário do que muitos pensam, a verticalização não é algo recente. A malha urbana começou a receber os primeiros edifícios no final dos anos 30, quando as pessoas tinham melhor qualidade de vida mais perto dos centros.

Nessas regiões, o acesso a transporte e locais de socialização eram predominantes. Ou seja, quem morava mais afastado tinha pouco ou nenhum acesso a esses serviços. Foi aí que começou um grande e atual processo de migração.

Enquanto os centros eram palco da verticalização e encarecimento do metro quadrado, os bairros mais distantes passavam pelo processo reverso: a horizontalização. O comércio de casas era mais presente em áreas afastadas, e foi aí que surgiram as periferias.

Localização privilegiada

Atualmente, a verticalização urbana perdeu a característica de “elite” e alimenta ferozmente a visão de desenvolvimento. Os edifícios permitem que mais pessoas vivam em melhores condições, próximo de comércios e transporte. Só que hoje em dia isso não é um processo exclusivo do centro.

Isso porque o fenômeno, que atualmente é uma tendência mundial, está alinhado ao urbanismo. Com um grupo maior de moradores, a região pede mais transporte público e vias, além de espaços de lazer e comércio, ou seja, um conjunto que antes só existia nos grandes centros.

Vantagens da verticalização

Ao contrário do que muitos pensam, a verticalização urbana não é a vilã da história. O que a impede de funcionar perfeitamente é o mau planejamento urbanístico. O fenômeno urbano só oferece vantagens, principalmente para quem vive mais distante dos centros.

  • Maior acesso à infraestrutura e, consequentemente, melhor qualidade de vida;
  • População tem acesso facilitado a serviços públicos, escolas, hospitais e comércios;
  • Por concentrar mais pessoas em menor espaço, mais locais ficam livres para a construção e preservação de áreas verdes;
  • Valorização urbanística;
  • Melhora da mobilidade, uma vez que oferecem mais chances das pessoas viverem próximo ao trabalho e centros educacionais.
Verticalização Imóveis

Para todos os estilos

Enquanto na década de 60 os apartamentos eram imóveis que tinham, no mínimo, 35m² por serem mais “familiares” (de acordo com Luiz Inácio de Anhaia Mello, kitnets era espaços “anti-família” por serem muito pequenos), hoje existe para todos os gostos.

A verticalização urbana concedeu a chance de apartamentos menores – e maiores, também – se popularizarem. Assim, mais pessoas têm a oportunidade de aproveitar os benefícios oferecidos pelo processo, independente do estilo de vida ou tamanho da família.

O Meu Imóvel tem apartamentos para todos os gostos

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